A educação ambiental no Brasil: diferentes perspectivas e boas práticas

  • Portugal S
  • Sorrentino M
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A Educação Ambiental brasileira tem se construído, desde o início dos anos de 1970, por meio de diferentes concepções e práticas, que se expressam em nomenclaturas como educação ambiental popular, crítica, política, comunitária, formal, não-formal, para o desenvolvimento sustentável, para sociedades sustentáveis, conservacionista, socioambiental, ao ar livre, dentre outras. Da história desta educação faz parte o compromisso com a luta por liberdades democráticas, com forte clamor por mudanças sociais e políticas, que está na origem do movimento ambientalista brasileiro. Em 1981, com a Política Nacional de Meio Ambiente, iniciou-se a institucionalização da Educação Ambiental e hoje ela está presente em diversos documentos, que reforçam a obrigatoriedade de sua inclusão em todos os níveis de ensino e orientam ações, projetos e programas diversos. Partindo de distintas perspectivas o fazer educador ambientalista têm por foco a conservação de áreas protegidas (Unidades de Conservação), preservação de espécies, campanhas em defesa da Amazônia, educação ambiental escolar, gestão ambiental, programas de coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos, gestão de recursos hídricos, dentre outros. Práticas que diferem quanto ao posicionamento político-pedagógico e vão desde as mais preservacionistas até as socioambientalistas voltadas à participação e à transformação social. A Oca-Laboratório de Educação e Política Ambiental da ESALQ/USP embasa seu fazer educador em um método e cinco conceitos, compreendidos como pilares para o desenvolvimento de qualquer ação educadora ambientalista, oferecendo assim aportes práticos, conceituais e teóricos às suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão universitária.

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Portugal, S., & Sorrentino, M. (2020). A educação ambiental no Brasil: diferentes perspectivas e boas práticas. AmbientalMENTEsustentable, 27(1), 79–86. https://doi.org/10.17979/ams.2020.27.1.6606

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