Abstract
Este paper se questiona até que ponto os mecanismos ou dispositivos de memória e esquecimento oficias conseguiram silenciar, mudar, ou representar verdadeiramente, as “vozes não-hegemônicas”.Por outro lado, também se apresenta as “novas” formas de inscrição e expressão das memórias não hegemônicas já não só limitadas aos documentos de arquivos: corpo (pintura corporal), ritualização e a paisagem (locais sagrados). Assim a natureza do texto histórico se amplia dramaticamente.
Cite
CITATION STYLE
Pinto, A. A. (2011). A patrimonialização da memória social: uma forma de domesticação política das memórias dissidentes ou indígenas? Ciências Sociais Unisinos, 47(3). https://doi.org/10.4013/csu.2011.47.3.10
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.