Abstract
RESUMO Com a psicanálise, mostramos diferentes planos que articulam subjetividade e política na periferia. Partimos de pesquisa e caso que apresentam superposições e impasses. Uma vez que o sujeito de direitos não corresponde ao homem concreto e o corpo não corresponde à imagem de eu ou ao desejo inconsciente, defendemos a necessidade de operar com todos esses planos. Assim, a noção de subjetividade política permite pensar o em-comum sem redução a codificações dominantes hierarquizadas e alienantes.
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Guerra, A. M. C. (2020). Periferias e subjetividades políticas na perspectiva psicanalítica. Novos Estudos - CEBRAP, 39(1), 39–56. https://doi.org/10.25091/s01013300202000010002
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