Abstract
Diariamente inúmeras pessoas no Brasil e no mundo são acometidas com lesões teciduais causadas por diversos fatores que podem gerar significativas perdas na pele. O próprio organismo após uma injúria tecidual começa o processo de reparação, porém quando realizado sem intervenção farmacêutica, o processo é demorado e muitas vezes essa cicatrização não é eficiente e deixa sequelas. Visando contornar esse problema, uma alternativa promissora para este fim, tem sido o uso do pequi, fruta típica do cerrado brasileiro, rico em ácidos graxos insaturados que vem sendo usado na medicina popular por seus efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes no tratamento de várias enfermidades assim como na reabilitação de lesões teciduais e, por esse motivo são alvos de pesquisas mais detalhada nesse trabalho. Este artigo trata-se de uma revisão integrativa sobre as potencialidades do pequi no tratamento de feridas, tendo o privilégio de unir duas áreas cientificas que é a grande biodiversidade brasileira e a saúde sobre uma abordagem interdisciplinar. Para a coleta dos dados, fez-se um levantamento bibliográfico no período de 2014 a 2021 e de 2009 a 2021 para periódicos de revisão e de pesquisa, respectivamente. As buscas foram realizadas, usando as bases de dados eletrônicos da BVS e indexadas como LILACS, SCIELO, PubMed, Google acadêmico e Science direct. Baseado nesse levantamento bibliográfico, pode-se comprovar o espectro de ação biológica do pequi quando utilizado no tratamento de feridas, apresentando resultados positivos no reparo e cicatrização tecidual, confirmados por meio de exames macroscópicos, histológicos e clínicos.
Cite
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Pereira, T. F., Sousa, M. V. dos S., & Leite, I. F. (2021). Caryocar brasiliense do Cerrado brasileiro ao tratamento de feridas - Revisão integrativa. Research, Society and Development, 10(6), e29710616404. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.16404
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