Abstract
O presente artigo pretende refletir, a partir da trajetória de duas atletas, sobre as relações sociais de sexo e as relações de trabalho que se estabelecem no futebol feminino do Brasil. Foi utilizado o método de entrevista semiestruturada para a coleta de dados e o objetivo específico foi analisar o processo de profissionalização, ou ainda as tentativas de profissionalização, do futebol feminino, considerando as especificidades do esporte e a condição das mulheres no campo esportivo. Conclui-se que as dificuldades da profissionalização da categoria impõem empecilhos à trajetória das atletas e que historicamente houve tentativas de alijamento das mulheres da prática futebolística.“O futebol pode não ter sido profissional comigo, mas eu fui com ele”: trabalho e relações sociais de sexo no futebol feminino brasileiro
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Ribeiro Haag, F. (2018). “O futebol pode não ter sido profissional comigo, mas eu fui com ele”: trabalho e relações sociais de sexo no futebol feminino brasileiro. Mosaico, 9(14), 142–160. https://doi.org/10.12660/rm.v9n14.2018.73997
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