Abstract
Investigando os efeitos de diferentes tipos de conseqüências sobre o seguimento de regras, 14 crianças foram expostas a um procedimento de escolha segundo o modelo. A tarefa era tocar um dos dois estímulos de comparação na presença de um estímulo contextual. Na Condição I, nenhuma resposta era reforçada. Na Condição II, Fase 1, o seguimento de regra evitava perda de reforçadores. Na Fase 2, as contingências eram alteradas e o seguimento de regra passava a produzir perda de reforçadores. Na Fase 3, as contingências eram novamente alteradas com o retorno às contingências da Fase 1. Na Condição III, o seguimento de regra não produzia reforço e o não seguimento de regra era reforçado. Na Condição I todos os quatro participantes seguiram regra. Na Condição II todos os quatro participantes seguiram regra na Fase 1 e passaram a se comportar de acordo com as contingências programadas nas fases subseqüentes. Na Condição III, três participantes seguiram e três deixaram de seguir regra. Sugere-se que a manutenção do seguimento de regra pode depender, em parte, do tipo de conseqüência produzida tanto pelo comportamento de seguir quanto pelo comportamento de não seguir regra.Palavras-chave: comportamento controlado por regras; conseqüências programadas; procedimento de escolha segundo o modelo; crianças.
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Paracampo, C. C. P., & De Albuquerque, L. C. (2004). Análise do papel das conseqüências programadas no seguimento de regras. Interação Em Psicologia, 8(2). https://doi.org/10.5380/psi.v8i2.3259
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