Stresse ocupacional em forças de segurança: Um estudo comparativo

  • Gonçalo H
  • Gomes A
  • Barbosa F
  • et al.
N/ACitations
Citations of this article
41Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

Este trabalho compara a experiência de stresse ocupacional em dois grupos de segurança portugueses, um a exercer em contexto público (n=95) e outro em contexto prisional (n=237). Para tal, utilizámos um protocolo de avaliação com medidas do stresse global, “burnout”, comprometimento organizacional, satisfação com a vida, satisfação profissional e desejo de abandonar a profissão. Os indicadores de fidelidade e validade dos instrumentos foram muito aceitáveis. Os resultados de “burnout” por dimensão apontaram níveis apreciáveis de exaustão emocional (valores a oscilar entre os 12% e os 26%), seguidos do cinismo (valores entre 8% e 21%) e do baixo sentimento de eficácia profissional (valores entre 3% e 8%) (apenas um participante registou valores de “burnout” nas três dimensões, em simultâneo). A análise comparativa entre os grupos demonstrou que os profissionais de segurança prisional evidenciaram experiências profissionais mais negativas (e.g., maiores níveis de “burnout” e desejo de abandonar a profissão e menores níveis de comprometimento organizacional, satisfação com a vida e satisfação profissional). No final, os autores discutem os factores que podem ajudar a perceber estas diferenças e possíveis implicações para a investigação futura.

Cite

CITATION STYLE

APA

Gonçalo, H., Gomes, A. R., Barbosa, F., & Afonso, J. (2012). Stresse ocupacional em forças de segurança: Um estudo comparativo. Análise Psicológica, 28(1), 165–178. https://doi.org/10.14417/ap.262

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free