Abstract
Partindo-se do princípio que a realização de um objeto artístico – seja ele efêmero ou não – envolve experienciar tempos, espaços, materiais, pensamentos e acontecimentos, e que os processos artísticos são únicos em cada experiência, considera-se que esses processos são passíveis de registro e de investigação. A partir do conceito de experiência de John Dewey (2010) e de considerações de Larrosa (2012), entre outros autores, e de considerações sobre método e metodologia, pode-se dizer que é possível considerar o processo artístico como metodologia de pesquisa, tanto para pesquisa em Arte quanto para pesquisa sobre Arte.
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Pimentel, L. (2015). Processos artisticos como metodologia de pesquisa. Ouvirouver, 11(1), 88–98. https://doi.org/10.14393/ouv16-v11n1a2015-5
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