A resistência aos inseticidas e sua medida em mosquitos

  • Aragão M
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Abstract

de um ligeiro histórico scbre a evolução cios inseticidas, o autor cha­ ma a atenção para a mudança radical sofrida pela tática de combate a insetos, cem o aparecimento àos inseticidas orgânicos persistentes. Antes o que se vi­ sava era o inseto ou o seu alimento, depois passou-se a envenenar todo o es­ paço frequentado por esses animais. Lembra que existem, em alguns lugares, ambientes naturalmente envenenados onde prosperam seres vivos, perfeitamente adaptados a essas condições. Isso permitia prever o aparecimento de resistên­ cia aos inseticidas na escala hoje observada, Cita alguns çens e enzimas responsáveis pela resistência a alguns grupos de inseticidas e salienta a importância ãesses estudos para a descoberta de subs­ tâncias sinergentes. Descreve a técnica adotada pela Organização Mundial a a Saúde para medir a susceptibilidade de mosquitos adultos. Menciona os processos de controle bioló gico por machos esterilizados, para­ sitas e predadores, e lembra que as duas campanhas contra insetos de impor­ tância sanitária que tiveram maior êxito no Brasil, a do Aedes aegypti e a do Anopheles gambiae, utilizaram táticas ecléticas, como é hoje preconizado pelos cntomologistas de vanguarda, no que se convencionou chamar de luta integrada.

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Aragão, M. B. (1972). A resistência aos inseticidas e sua medida em mosquitos. Revista Da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 6(2), 99–104. https://doi.org/10.1590/s0037-86821972000200006

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