Abstract
Estenose de carótida pode ser assintomática ou sintomática, manifestando-se por ataque isquêmico transitório ou infarto cerebral. Quando assintomática evolui com risco de 10% ao ano de evento clinico vascular carebral. 0 principal exame para diagnóstico é o ultra-som doppler de carótidas, porém não se recomenda esse exame rotineiramente para a população geral, reservando-se para os casos de alto risco vascular. Nas últimas duas décadas têm sido realizados vários estudos randomizados para definição de condutas nas estenoses carotideas. Com base nesses estudos, recomenda-se endarterectomia para estenose sintomática 70% se não houver Contra-indicações ao procedimento, e também para estenoses assintomaticas 60%, porém considerando-se cautelosamente o risco cirúrgico do serviço. Caso não haja indicação de cirurgia, os pacientes devem submeter-se a tratamento clinico, que no caso de estenose assintomática constitui-se do controle dos fatores de risco aterotrombotico e nos casos de estenose sintomática, além do controle dos fatores de risco, utiliza-se droga antiagregante plaquetaria.
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Fukujima, M. M., & Gabbai, A. A. (1999). Condutas na Estenose da Carótida. Revista Neurociências, 7(1), 39–44. https://doi.org/10.34024/rnc.1999.v7.8971
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