Abstract
O presente artigo, fruto de pesquisa acadêmica[1], visa problematizar como vem sendo apreendidas as noções de identidade trans a partir das instituições de segurança pública e pelo movimento social de travestis e transexuais do município de Porto Alegre – desenvolvendo, para tanto, uma análise mais específica acerca de como opera o sistema binário de sexo/gênero em relação à interpretação de corpos trans.Sob a perspectiva da teoria queer, procura-se compreender de que forma as identidades trans passam ou não a ser reconhecidas mediante sua menor ou maior proximidade em relação às normas e aos padrões do sistema binário de sexo/gênero, o qual se articula com categorias de classe social e de raça/etnia para o aprofundamento de desigualdades já existentes.[1] O estudo foi realizado com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul.
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Ferreira, G. G., Aguinsky, B. G., & Rodrigues, M. C. (2018). Segurança pública e violência simbólica: as identidades trans entre o reconhecimento e a (in)visibilidade. Revista Periódicus, 1(9), 419–433. https://doi.org/10.9771/peri.v1i9.8916
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