Morte encefálica: diagnóstico possível sem utilização de exames complementares

  • Pimenta F
  • Vellasco Amorim B
  • Silva L
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Abstract

Objetivo: A necessidade da utilização de testes confirmatórios para o diagnóstico de morte encefálica vem sendo questionada nos últimos tempos. Acredita-se que o exame clínico completo, realizado de acordo com o protocolo do Conselho Federal de Medicina, seja suficiente para constatar a ausência irreversível de função no tronco encefálico. Assim, este estudo teve como objetivo averiguar a real necessidade da utilização de exames complementares no diagnóstico de morte encefálica. Método: Foi realizado estudo prospectivo analisando os prontuários de pacientes que receberam diagnóstico de morte encefálica desde a abertura do protocolo até a realização dos exames clínicos completos e exame complementar (Doppler transcraniano). Resultados: Não foi registrado nenhum caso de recuperação da função cortical e/ou do tronco cerebral após o diagnóstico de morte encefálica utilizando os critérios clínicos. A dificuldade para a realização do Doppler transcraniano e as falhas inerentes ao exame contribuíram para tornar mais lento o diagnóstico. Conclusão: É possível diagnosticar morte encefálica apenas utilizando exame clínico completo, sem a necessidade de exames complementares.

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Pimenta, F. de P., Vellasco Amorim, B. R., & Silva, L. J. (2012). Morte encefálica: diagnóstico possível sem utilização de exames complementares. Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia: Brazilian Neurosurgery, 31(01), 22–27. https://doi.org/10.1055/s-0038-1625654

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