Abstract
Este artigo discute o conceito de hibridização a partir da perspectiva teórica dos Estudos Culturais. A abordagem inicia-se por Jacques Derrida, com a discussão acerca da natureza dividida do signo, la différance, e continua pelos entendimentos consensuais (e alguns dissensos) do que é “ser híbrido” para os teóricos Stuart Hall e Homi Bhabha – localizando, sempre que possível, as reflexões no contexto da América Latina.
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Ribeiro, R. R., & Silva, A. L. da. (2015). Comunicando diferenças: os processos de hibridização a partir da leitura de la différance nos Estudos Culturais. E-Compós, 18(1). https://doi.org/10.30962/ec.v18i1.1026
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