Abstract
A candidíase vaginal é uma das infecções fúngicas ginecológicas mais prevalentes no mundo, caracterizada pela alta frequência de recidivas. Por esse motivo, é comum o autodiagnóstico e, consequentemente, a automedicação com o objetivo de abrandar os sintomas. Os tratamentos tradicionais podem ocasionar efeitos colaterais, resistência aos medicamentos e recorrência da infecção. Nesse contexto, a utilização de probióticos tem sido amplamente discutida como uma estratégia promissora para regular a homeostase vaginal e prevenir a candidíase vulvovaginal. Diante disso, esta revisão abrangente da literatura tem como objetivo explorar o potencial dos probióticos na modulação da microbiota vaginal e na prevenção da candidíase vulvovaginal. A pesquisa foi conduzida utilizando o método de revisão integrativa da literatura, que consiste na coleta, análise e síntese de informações provenientes de uma variedade de fontes bibliográficas. Diante dos resultados obtidos nesta pesquisa, é possível concluir que os probióticos apresentam um potencial significativo na modulação da microbiota vaginal e na redução dos sintomas associados à candidíase vulvovaginal. Contudo, embora haja evidências promissoras sobre a eficácia dos probióticos na prevenção e no tratamento da candidíase vaginal, ainda existem lacunas a serem preenchidas.
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Ferreira, A. S., Costa, P. M., & Braga, A. T. A. (2024). O POTENCIAL DOS PROBIÓTICOS NA MODULAÇÃO DA MICROBIOTA VAGINAL E NA PREVENÇÃO DA CANDIDÍASE VULVOVAGINAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. REVISTA FOCO, 17(6), e5305. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v17n6-019
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