Introdução

  • Feijó J
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Abstract

XIII Pensou-se em ensinar através de uma metodologia alternativa a até então utilizada. Princípios psicológicos lhe serviriam de apoio. Denominou-se, então, a referida metodologia de Metodologia Renovadora, enquanto que a metodologia que vinha sendo aplicada chamou-se de Metodologia Tradicional. Na Metodologia Tradicional o processo ensino-aprendizagem enfatizará os processos de memorização e a rotina dos cálculos, enquanto que na Metodologia Renovadora a ênfase recairá sobre a compreensão e a aplicabilidade dos conceitos estatísticos. A partir destas constatações surgiu, então, a ideia de escrever um livro que atendesse às necessidades e objetivos descritos. Este livro de estatística destinado à facilitação da aprendizagem de alunos do curso de Psicologia e Pedagogia traz em seu bojo a intenção de atender às necessidades e interesses dos alunos, considerando suas áreas de estudo., como em qualquer outra ciência, o pesquisador levanta hipóteses a respeito de fenômenos observados. Ao desejar conhecer a viabilidade de suas hipóteses, utiliza a pesquisa sistemática. Primeiramente estabelece relações entre as variáveis. Relações essas que devem ser passíveis de mensuração através de instrumentos adequados, de modo que essas variáveis sejam expressas numericamente. A esses dados numéricos são aplicados os métodos estatísticos na seguinte ordem: 1º) Coleta dos dados: os dados são coletados através de questionários, testes, escalas ou qualquer outro instrumento de medida. 2º) Classificação e condensação dos resultados: as informações colhidas são codificadas e apresentam-se como dados brutos (ou rol estatístico), que devem ser ordenados e organizados. 3º) Apresentação dos dados por meio de tabelas e gráficos. 4º) Descrição dos dados. 5º) Análise dos resultados e previsão. Exemplo de uma pesquisa em psicologia: pesquisa realizada por Torres (1978) seguiu os passos a que nos referimos anteriormente. Seu estudo teve, por objetivo, verificar a relação entre diferentes períodos do desenvolvimento cognitivo e a evolução do conceito de morte em crianças. A hipótese de sua pesquisa foi a seguinte: "Crianças de diferentes períodos de desenvolvimento cognitivo (subperíodo pré-operacional, subperíodo das operações concretas, período formal), tal como avaliadas por tarefas similares às propostas por Piaget, diferem significativamente quanto à compreensão do conceito de morte nas dimensões: extensão, significado e duração, tal como avaliadas pelo instrumento de sondagem do conceito de morte".

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Feijó, J. (2018). Introdução. Cadernos de Estudos Africanos, (36), 9–13. https://doi.org/10.4000/cea.2957

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