Abstract
O artigo examina as funções das entidades formadoras (faculdades, universidades) e fiscalizadoras/orientadoras (CRPs, CFP) de profissionais na área de Psicologia, argumentando em favor de uma atuação não dissociada das mesmas, na medida em que formação e exercício profissional se apresentam, em diversos contextos, de modo articulado. A parceria é defendida como necessária para garantir tanto uma formação adequada quanto o próprio desenvolvimento da ciência e da profissão.
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Holanda, A. (1997). Os conselhos de psicologia, a formação e o exercício profissional. Psicologia: Ciência e Profissão, 17(1), 3–13. https://doi.org/10.1590/s1414-98931997000100002
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