Abstract
O paradigma físico tem sido dominante na gestão dos incêndios florestais, mas estes são um processo complexo resultante da interação entre as componentes ecológica e humana. Este artigo propõe uma reflexão sobre a polissemia com que os termos risco, perigo e vulnerabilidade têm sido utilizados na investigação sobre incêndios florestais e apresenta um modelo de avaliação da vulnerabilidade. É realçada a importância deste conceito para uma gestão mais eficaz do risco de incêndio florestal assim como são apresentados alguns desafios para a sua operacionalização.
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Tedim, F., & Carvalho, S. (2013). Vulnerabilidade aos incêndios florestais: reflexões em torno de aspetos conceptuais e metodológicos. Territorium, (20), 85–99. https://doi.org/10.14195/1647-7723_20_7
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