Óxidos de colesterol em alimentos

  • Tenuta-Filho A
  • Morales-Aizpurúa I
  • Moura A
  • et al.
N/ACitations
Citations of this article
13Readers
Mendeley users who have this article in their library.
Get full text

Abstract

A oxidação do colesterol em alimentos leva à formação de óxidos com características aterogênicas, citotóxicas, cancerígenas e mutagênicas, tornando obrigatório o exame criterioso da ingestão desses compostos. Leite integral em pó, manteiga, hambúrguer frito, bife grelhado e gema de ovo, fresca, frita e em pó foram quantificados em relação ao colesterol, 7α-hidroxicolesterol (7α- OH), 7β-hidroxicolesterol (7β-OH), 7-cetocolesterol (7-ceto) e 25- hidroxicolesterol (25-OH), por HPLC. Os níveis de colesterol foram de 22,81±9,00 mg/100 g (leite integral em pó) a 1843,62±92,69 mg/ 100 g (gema em pó). O somatório dos óxidos derivados do carbono 7(7α-OH, 7β-OH e 7ceto) foi de 18,76±9,50 μg/g no leite integral em pó, 34,56±11,63 μg/g na manteiga, 11,11±1,26 μg/g no hambúrguer frito e 22,84±8,43 μg/g no bife grelhado. O 7-ceto e 25-OH não foram detectados na gema fresca. O 7-ceto ocorreu em nível de 9,46±0,15 μg/g na gema frita, enquanto 110,54±11,82 e 112,67±13,52 μg/g, respectivamente, de 7-ceto e 25-OH foram encontrados na gema em pó. Muitos dos resultados obtidos foram mais elevados que os relatados na literatura, sugerindo estudos mais detalhados visando indicar em que fase(s) (processamento e/ ou armazenamento) e em que grau a oxidação do colesterol ocorre nos alimentos.

Cite

CITATION STYLE

APA

Tenuta-Filho, A., Morales-Aizpurúa, I. C., Moura, A. F. P. de, & Kitahara, S. E. (2003). Óxidos de colesterol em alimentos. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, 39(3), 319–325. https://doi.org/10.1590/s1516-93322003000300011

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free