Abstract
Resumo O artigo reflete sobre a complexidade do cuidado em saúde no território na intercessão entre a Saúde Mental e a Atenção Básica. Para tanto, problematiza o conceito de território, a partir das contribuições da geografia e da filosofia, afirmando-o em seu caráter processual e de experimentação no acompanhamento de processos existenciais que o materializam. Esta discussão permite-nos experimentar uma problematização da prática clínica e nos convoca à construção de uma prática ética de cultivo da dimensão pública de todo processo de saúde. Público, aqui pensado na inseparabilidade de três processos de produção: produção de saúde, subjetividade e territórios existenciais.
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VIEIRA, S. S., & NEVES, C. E. A. B. (2017). Cuidado em saúde no território na interface entre Saúde Mental e Estratégia de da Saúde Família. Fractal: Revista de Psicologia, 29(1), 24–33. https://doi.org/10.22409/1984-0292/v29i1/1375
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