Abstract
Esta revisão discute algumas das principais hipóteses sobre os mecanismos de ação dos antipsicóticos no tratamento da esquizofrenia. São abordadas as teorias tentando diferenciar os antipsicóticos “atípicos” dos “típicos”, como a do antagonismo de receptores D2 de dopamina e 5-HT2 de serotonina, a da dissociação rápida do receptor D2 e, por fim, a teoria do agonismo parcial. Elas constituem um exemplo fascinante de como evoluem as idéias sobre os efeitos dos medicamentos. Além disso, mostram que há uma necessidade crescente de concei- tos e termos básicos da Farmacologia para que se compreendam as diferenças observadas entre os antipsicóticos. Daí a justificativa para um texto que aborde os aspectos farmacológicos e as suas respectivas implicações.
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Moreira, F. A., & Guimarães, F. S. (2007). MECANISMOS DE AÇÃO DOS ANTIPSICÓTICOS: HIPÓTESES DOPAMINÉRGICAS. Medicina (Ribeirao Preto. Online), 40(1), 63. https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v40i1p63-71
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