Abstract
A resistência de microrganismos a desinfetantes utilizados em laboratórios é uma preocupação crescente na farmácia. Os principais microrganismos presentes em ambientes laboratoriais incluem bactérias, vírus e fungos. Os desinfetantes comuns, como álcool, cloro e peróxido de hidrogênio, atuam de maneiras distintas: o álcool desnatura proteínas, o cloro oxida componentes celulares e o peróxido de hidrogênio gera radicais livres que danificam as estruturas celulares. A eficácia de cada desinfetante depende de sua concentração e do tempo de contato, fatores como o uso inadequado dos desinfetantes, como diluições incorretas e tempos de exposição insuficientes, contribuem para a resistência. Além disso, a formação de biofilmes em superfícies é um desafio significativo, pois protege os microrganismos da ação dos desinfetantes, dificultando a eliminação eficaz. Este trabalho teve como objetivo central compreender tais aspectos para o desenvolvimento de protocolos mais eficientes de desinfecção, visando minimizar a resistência microbiana e garantir a segurança em ambientes laboratoriais. Conclui-se com esta pesquisa que o monitoramento contínuo e a atualização das práticas de desinfecção são essenciais para enfrentar esse problema, a resistência dos microorganismos a desinfetantes em laboratório exige uma atenção constante e um esforço colaborativo entre pesquisadores e profissionais da saúde para garantir ambientes seguros e eficazes no combate a infecções.
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Gomes, C. M. F., Ferreira, D. R. F., Lima, L. P., Marques, L. de L., Brito, T. M. de, Barros, N. B. de, & Araujo, R. A. B. de. (2024). A resistência dos microorganismos em desinfetantes usados em laboratório. Brazilian Journal of Development, 10(12), e76223. https://doi.org/10.34117/bjdv10n12-075
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