Abstract
Objetivo: identificar as práticas sexuais de jovens universitários em seus relacionamentos afetivos e analisar a percepção dos estudantes em relação à vulnerabilidade às Infecções Sexualmente Transmissíveis. Método: estudo descritivo, qualitativo, realizado em 2016, no Rio de Janeiro, com 30 universitários, ambos os sexos, faixa etária 18 - 29 anos, que participaram de grupos focais. Dados discursivos foram analisados com auxílio do software NVivo 9 e técnica de análise de conteúdo. Respeitaram-se os procedimentos éticos de pesquisa envolvendo seres humanos. Resultados: na análise, emergiram duas categorias: As práticas sexuais dos universitários nos tempos atuais; Os jovens e a percepção de vulnerabilidade às IST. Os jovens vivenciam a sexualidade com liberdade no tocante à identidade de gênero, expressão de gênero e orientação sexual, estabelecendo uma pluralidade de relacionamentos e parceiros. Os estudantes se reconhecem como um grupo vulnerável. Conclusão: as condutas sexuais dos universitários os deixam vulneráveis aos agravos de saúde, como as infecções sexualmente transmissíveis.
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Spindola, T., Santana, R. S. C., Costa, C. M. A., Martins, E. R. C., Moerbeck, N. T., & Abreu, T. D. O. (2020). Não vai acontecer: percepção de universitários sobre práticas sexuais e vulnerabilidade às infecções sexualmente transmissíveis. Revista Enfermagem UERJ, 28, e49912. https://doi.org/10.12957/reuerj.2020.49912
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