Abstract
O entendimento do conceito de impermanência pode ser considerado a “pedra de toque” buscada para equacionamento dos problemas identificados no sistema brasileiro de saúde. A crise vivenciada pelo setor, indiferenciadamente no segmento público ou privado, há décadas tem sido perspectiva a partir de um conhecimento reducionista bastante míope, embasado em dogmas e paradigmas construídos pelo saber e poder de seus profissionais. A desconstrução dessa realidade, em grande medida propiciada pela Teoria da Complexidade, é favorecida pelo Modelo de Mundos proposto por Pavesi, que estimula um olhar mais substantivo para as intangibilidades presentes nos processos e relações do dia a dia das suas organizações, abrindo o entendimento de que o simples está sempre por trás do complexo. Tal condição permite identificar caminhos e possibilidades para modelagem de sistemas de gestão mais profissionais e alinhadas com a realidade contemporânea.
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Teixeira de Carvalho Filho, A. (2014). Impermanência: Revista Dissertar, 1(20 e 21), 19–23. https://doi.org/10.24119/16760867ed11057
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