Abstract
O título da obra de Ricardo Antunes “O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital” possui duas interpretações: uma mais trágico-poética e outra, diríamos, mais técnico-científica. Um livro denso, resultado consolidado de trabalhos anteriores, tanto teóricos quanto empíricos e que apresenta fortes componentes para elaborações novas, apesar de tratar de temas recorrentes em diversos debates e discursos sobre o novo mundo do trabalho. Esses debates também contam com a presença de outros autores europeus como Ursula Huws (2003), com a obra “A formação do cibertariado – trabalho virtual em um mundo real”, e Guy Standing (2013), com o livro “O precariado: a nova classe perigosa”, e de brasileiros como Ruy Braga (2017), com “A rebeldia do precariado: trabalho e neoliberalismo no sul global”, e Giovanni Alves (2000), com “O novo (e precário) mundo do trabalho: reestruturação produtiva e crise do sindicalismo” – que também tratam da temática, entre outros.
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Farias, S. K., & Costa, G. S. (2020). ANTUNES, Ricardo. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo, 2018. 325 p. Novos Cadernos NAEA, 23(2). https://doi.org/10.5801/ncn.v23i2.8518
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