Abstract
Este estudo tem propósito de analisar a percepção de profissionais do gênero feminino em relação aos indicadores da abordagem biopsicossocial e organizacional (BPSO-96) de Qualidade de Vida no Trabalho. Metodologicamente, empreendeu-se de uma pesquisa de caráter descritivo e quantitativo do tipo survey, sendo utilizado o instrumento BPSO-96 adaptado de Limongi-França (1996), aplicado a 352 trabalhadoras de diferentes organizações de um munícipio da Região Sul do Brasil. Os resultados evidenciaram que a formação dos fatores se apresentou diferente do previsto no BPSO-96, o que pode estar relacionado às inúmeras mudanças sociais e organizacionais da atualidade. Em relação aos aspectos organizacionais, os indivíduos apresentam índices mais elevados de alta QVT. Entretanto, a avaliação geral da união dos três fatores que caracteriza a abordagem psicossocial, evidencia avaliação de nível médio por parte das respondentes. Ainda, foi possível identificar que as profissionais da categoria serviços não humanos apresentam níveis de QVT elevado e aquelas da categoria serviços humanos demonstraram maior insatisfação com os aspectos organizacionais, bem como, as que afirmam gostar de sua função apresentam alta QVT e as que não gostam de sua função possuem baixa QVT.
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Brito, L. C., Obregon, S. L., Silva, A. H., & Dias Lopes, L. F. (2015). Adaptação do modelo BPSO-96 de qualidade de vida no trabalho a profissionais do gênero feminino Quality of life BPSO-96 model adaptation in professional work of gender fem. Saber Humano: Revista Científica Da Faculdade Antonio Meneghetti, 5(7), 89–105. https://doi.org/10.18815/sh.2015v5n7.88
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