Abstract
Nephelium lappaceum L., conhecido como Rambutã, é um fruto tropical atraente, que contém compostos fenólicos (taninos e flavonoides) e alcaloides. O objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade antioxidante e a toxicidade das cascas do fruto de Nephelium lappaceum L. (Rambutã), comercializados em Salvador, Bahia, Brasil, pelo método do 2,2-difenil-1-picrilidrazil (DPPH), e do teste de toxicidade a larvas de Artemia salina, respectivamente. Para osexperimentos, foram utilizadas as fases orgânicas hexano e acetato de etila, obtidas da partição do extrato metanólico. Foi empregado o método do 2,2– difenil-1-picrilidrazil (DPPH) e o teste de toxicidade frente Artemia salina. A fase acetato de etila apresentou maior poder antioxidante e menor efeito tóxico quando comparada à fase hexânica. Quanto à atividade antioxidante, foram obtidas CE50 de 373,72 μg/mL e 1207,4 μg/mL para as fases acetato de etila e hexânica, respectivamente. Quanto à toxicidade, foram obtidas DL50 de 799,28 μg/mL e de 705,72 μg/mL para as fases acetato de etila e hexânica, respectivamente. Os resultados indicam a potencialidade de uso deste fruto (cascas) como fonte natural de compostos antioxidantes.Nephelium lappaceum L., known as rambutã, is an attractive tropical fruit, and contains phenolic compounds (tannins and flavonoids) and alkaloids. The aim of this study was to evaluate the antioxidant capacity, by the method of 2.2-diphenyl- 1- picrylhydrazyl (DPPH), and the toxicity to brine shrimp Artemia salina, of Nephelium lappaceum L. (Rambutã) exocarp, marketed in Salvador, Bahia, Brazil, It was used the hexane and ethyl acetate phases, obtained from the ethanol extract partition. For the biological evaluation, 2,2-diphenyl-1-picrylhydrazyl (DPPH) test and toxicity to Artemia salina were used. The ethyl acetate phase showed higher antioxidant power and less toxic effect when compared to hexanic phase. In the DPPH test, ethyl acetate and hexane phases showed EC50 =373.72 μg/mL and 1207.4 μg/ mL, respectively. The hexane phase (LD50=705.72 μg/mL) was more toxic to Artemia salina than ethyl acetate phase (LD50= 799.28 μg/mL). The results indicated the potential use of this fruit (peels) as a natural source of antioxidants.
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Santos Junior, A. de F., Oliveira, L. C., Guedes, A. da S., Mota, M. D., & Magalhaes, H. I. F. (2016). ATIVIDADE ANTIOXIDANTE E TÓXICA DE EXTRATOS DE CASCAS DO FRUTO DE NEPHELIUM LAPPACEUM L. (SAPINDACEAE), COMERCIALIZADOS EM SALVADOR, BAHIA, BRASIL. Infarma - Ciências Farmacêuticas, 28(3), 173–178. https://doi.org/10.14450/2318-9312.v28.e3.a2016.pp173-178
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