INTEGRAÇÃO VERTICAL NOS SISTEMAS DE SAÚDE SUPLEMENTAR: O CASO DE UMA OPERADORA DE SAÚDE NA MODALIDADE DE AUTOGESTÃO

  • Bresolin Tisott P
  • Prantz C
  • Cunha Malafaia G
  • et al.
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Abstract

A integração vertical dos serviços em saúde surgiu como uma alternativa para a redução do custo de operação destas organizações e diminuição do nível de fragmentação dos serviços em saúde. Assim, este estudo teve por objetivo analisar o processo de integração vertical de uma operadora em saúde que atua na modalidade de autogestão em assistência médica-hospitalar, identificando ainda as potencialidades e desvantagens do processo. Para tanto, foi realizado um estudo de caso com os gestores e coordenadores da operadora, analisando as opiniões obtidas por meio das entrevistas com a literatura estudada. Os resultados destacam que a verticalização da operadora ocorreu por meio da constituição de clínica própria para atendimento dos beneficiários e da absorção dos serviços de medicina assistencial e medicina ocupacional em algumas das empresas patrocinadoras. As principais potencialidades percebidas foram a satisfação dos beneficiários, aumento da resolutividade dos problemas, otimização dos recursos da operadora, minimização de conflitos e focalização no beneficiário. Como as empresas de autogestão dividem os custos com as empresas patrocinadoras, não houve desvantagens percebidas pelos gestores.

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Bresolin Tisott, P., Prantz, C., Cunha Malafaia, G., Gonçalves Tondolo, V. A., & Borelli, V. (2016). INTEGRAÇÃO VERTICAL NOS SISTEMAS DE SAÚDE SUPLEMENTAR: O CASO DE UMA OPERADORA DE SAÚDE NA MODALIDADE DE AUTOGESTÃO. Revista Gestão Industrial, 12(1). https://doi.org/10.3895/gi.v12n1.3130

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