Abstract
Este artigo busca elaborar uma definição para o conceito de “consumo de experiência”, estabelecendo sua distinção daquilo que seria a “experiência de consumo”. Para isso, serão utilizadas referências teóricas da antropologia do consumo como Colin Campbell (2001) e Grant McCraken (2003). Em linhas gerais, a diferença entre o “consumo de experiência” e a “experiência do consumo” reside, principalmente, em que o primeiro pressupõe a total imersão do indivíduo em um ambiente alusivo a uma memória anterior e ao deslocamento do significado de identidades, objetos, ambientes, entre outros elementos constitutivos do mundo real. O “consumo de experiência”, ainda que vivenciado coletivamente, será sempre subjetivamente elaborado.
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Pereira, C. D. S., Siciliano, T., & Rocha, E. (2015). Consumo de experiência” e “experiência de consumo”: Uma discussão conceitual. Logos, 22(2). https://doi.org/10.12957/logos.2015.19523
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