Abstract
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Programme for International Student Assessment – PISA) foi oficialmente lançado em finais da década de 1990 como uma resposta da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) à necessidade de os paí- ses-membros disporem, com regularidade, de dados fidedignos sobre as competências dos jovens escolarizados e sobre o desempenho dos sistemas educativos. Presentemente, cerca de quinze anos após a realização do primeiro inquérito (em 2000) e após a concretização de outros cinco (2003, 2006, 2009, 2012, 2015), o PISA prossegue com a pretensão de criar conhecimento para a política, ou seja, de gerar, a partir de um envolvimento disciplinado de peritos e de políticos, sob supervisão da OCDE, um conhecimento passível de auxiliar a elaboração de polí- ticas e de fornecer aos decisores políticos ferramentas (quadros conceptuais, dados, benchmarks) para a sua própria orientação.
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Carvalho, L. M. (2016). PISA, POLÍTICA E CONHECIMENTO EM EDUCAÇÃO. Educação & Sociedade, 37(136), 601–607. https://doi.org/10.1590/es0101-73302016168897
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