Abstract
Este ensaio considera o contexto da dinâmica social brasileira como desafio para as relações entre a gestão do sistema de saúde e o trabalho em saúde. Além dos pactos recentemente firmados entre os entes governamentais, reconhece a necessidade imperativa de um pacto ético/político entre gestores e trabalhadores. Nesse pacto, a gestão do sistema deve assumir a perspectiva cotidiana da produção do cuidado e nela reconhecer o protagonismo do ator essencial que são os trabalhadores de saúde. Diante da ausência de um pacto ético-político entre gestores e trabalhadores, apresenta uma proposta para sua construção, como contribuição à consolidação do Sistema Único de Saúde.This paper considers the context of brazilian social dynamics as a challenge for relations between the management of the health system and health work. In addition to the recently signed agreements between governmental entities, the study recognizes the imperative need for an ethical political pact between managers and workers. In this pact, the management system should take the daily perspective of care production and recognize the role of the essential actor who is the health worker. Given the absence of an ethical-political pact between managers and workers, presents a proposal for its build-up as a contribution to the consolidation of the Unified Health System.
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Aciole, G. G. (2012). Falta um pacto na Saúde: elementos para a construção de um Pacto Ético-Político entre gestores e trabalhadores do SUS. Saúde Em Debate, 36(95), 684–694. https://doi.org/10.1590/s0103-11042012000400021
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