GESTÃO DO CAPITAL INTELECTUAL

  • Dos Santos A
  • Acosta A
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Duas perspectivas diversas abordam os ativos intangíveis. Na primeira delas, considera-se que a empresa é formada por ativos tangíveis mais o capital intelectual. Esse capital intelectual é dividido em ativos de mercado, ativos humanos, ativos de propriedade intelectual e ativos de infraestrutura. Por sua vez, na segunda abordagem, emerge que a organização se constitui de uma dimensão visível e de uma parte oculta. A parte oculta compreende o capital intelectual, formado pela junção de capital humano com o capital estrutural (ANTUNES, 2000). Nessas duas abordagens, a primeira delas de Brooking e a segunda de Edvinsson e Malone, observa-se uma diferença quanto ao uso de terminologias diferentes para designar os mesmos objetos: enquanto que um autor emprega a palavra ativo os outros dois fazem uso do termo capital. Segundo Antunes (2000), embora eles sejam corretamente empregados, o porquê de tal procedimento, conclui-se que ambas estão corretamente empregadas, pois todos os componentes do capital intelectual são elementos essenciais para as empresas, representando recursos ou capital, se vistos pela economia, e ativos – bens e ou direitos – se vistos pela contabilidade, pois estes se enquadram na definição de ativo.

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Dos Santos, A. M., & Acosta, A. C. (2016). GESTÃO DO CAPITAL INTELECTUAL. Revista Sociais e Humanas, 29(2), 78. https://doi.org/10.5902/2317175823722

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