Abstract
A hiperpigmentação periocular é uma alteração cutânea, que através do excesso de melanina causa manchas, sendo que existem vários fatores extrínsecos e intrínsecos desencadeantes. O procedimento com peeling consiste na aplicação de agentes químicos. O propósito deste estudo é realizar uma revisão sistemática de literatura com o objetivo de analisar o peeling químico como tratamento para a hiperpigmentação periorbital. Foi efetuada uma revisão de literatura sistemática sobre o tema através de revistas acadêmicas científicas e artigos, no período de 2002 a 2022. Foram excluídos editoriais e opiniões, utilizou-se como descritores as Hiperpigmentação Periorbital, olheiras, fisiopatologia, tratamento com os peelings químicos, perfil bioquímico, mecanismos biológicos, hipercromia cutânea idiopática da região orbital, etiologia, hiperpigmentação orbital, Hiperpigmentação periorbital e tratamentos. O peeling de ácido glicólico, demonstrou-se promissor no tratamento da olheira, porém como o de maior incidência de efeitos colaterais na forma de eritema e coceira a 20% e o peeling de ácido ferúlico surgiu como uma modalidade segura e eficaz para o tratamento da HPO. O peeling de gel de ácido tioglicólico 10%, em alguns estudos demonstraram a diminuição da hipercromia infraorbicular, além da melhora do aspecto cosmético da região, com redução de linhas finas e da atrofia cutânea. Contudo, mais pesquisas e estudos clínicos são necessários, utilizando os peelings químicos no tratamento de olheiras.
Cite
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Pires, E. C. L., Boas, L. B. F. V., Rossi, L. C., & Salles, B. C. C. (2022). Os efeitos dos peelings químicos no tratamento de hiperpigmentação periorbital (olheiras): uma revisão de literatura. Research, Society and Development, 11(16), e251111638182. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i16.38182
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