Abstract
Explorando os resultados de uma pesquisa de campo que interrogou 100 empresas de base tecnológica brasileiras, este artigo aborda as relações de cooperação em que essas empresas se envolvem. Conclui-se que a adoção de esquemas de cooperação é limitada e muito concentrada nas relações com instituições acadêmicas, tendendo a caracterizar redes pouco densas, configurando um tipo de arranjo que não é o mais favorável ao desempenho inovativo.This paper approaches the issue of cooperation activities carried out by technology-based firms (TBFs). Drawing on a database built from a survey including 100 Brazilian TBFs, we argue that among these firms the practice of cooperation is quite restricted, too concentrated on relationships with universities, and reflects a low density networking. Such circumstances clearly hinder the innovative performance of Brazilian TBFs, thus undermining their competitiveness as a whole in the long run.
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Côrtes, M. R., Pinho, M., Fernandes, A. C., Smolka, R. B., & Barreto, A. L. C. M. (2005). Cooperação em empresas de base tecnológica: uma primeira avaliação baseada numa pesquisa abrangente. São Paulo Em Perspectiva, 19(1), 85–94. https://doi.org/10.1590/s0102-88392005000100007
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