Abstract
O ensaio reflete sobre a presença do zero em algumas obras de arte contemporânea através de considerações a respeito do próprio processo artístico e de trabalhos de artistas como Rivane Neuenschwander e Cildo Meireles, investigando a potência paradoxal do zero como um signo capaz de articular as ideias de vazio e infinito.
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Bertagna, L. (2021). Do zero de novo: travessias entre o vazio e o infinito. Revista Concinnitas, 22(41), 183–199. https://doi.org/10.12957/concinnitas.2021.60956
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