Abstract
Este artigo objetiva analisar a percepção de cuidadores de abrigo acerca do trabalho desenvolvido por eles e sobre as crianças institucionalizadas. Foram aplicados questionários a 102 educadoras do maior abrigo de Belém, entre 2004 e 2006. Os resultados mostraram que para os educadores: o atendimento da instituição é satisfatório com cuidados físicos básicos, mas não com questões afetivas e intelectuais; a criança institucionalizada não possui liberdade de fazer escolhas, não tem privacidade, nem atenção individualizada; o trabalho desses profissionais exerce pouca influência sobre o desenvolvimento cognitivo e afetivo infantil. Essas informações podem ser úteis na elaboração do projeto político pedagógico da instituição, enfatizando a unidade entre cuidar e educar.
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Magalhães, C. M. C., Costa, L. N., & Cavalcante, L. I. C. (2011). Percepção de educadores de abrigo: o seu trabalho e a criança institucionalizada. Journal of Human Growth and Development, 21(3), 818. https://doi.org/10.7322/jhgd.20034
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