Abstract
Objetivo. Atentar aos profissionais de saúde engajados com a reabilitação física, sobre os riscos existentes no tratamento de pacientes com ELA no que diz respeito ao uso excessivo ou a atrofia por desuso. Método. Foram pesquisados os artigos no período de 1958 a 2006 localizados nas bases de dados Bireme, SciELO, Pubmed, Lilacs, por meio dos seguintes descritores: esclerose amiotrófica lateral, doenças neuromusculares, fadiga, fraqueza muscular, atividade física, reabilitação, fisioterapia. Resultados. O tratamento da ELA visa a prevenção da fadiga e dos danos pelo uso excessivo, além de otimizar a independência e a capacidade funcional, através de exercícios moderados, alongamentos, equipamentos de assistência e fisioterapia respiratória. Conclusão. Embora não haja muitos estudos de intervenção envolvendo exercícios para ganho de força em indivíduos com ELA devido ao curso variável e ao envolvimento bulbar, o fisioterapeuta, ao propor programas com tal finalidade, deve utilizar exercícios em níveis submáximos na esperança de atenuarem a perda de força, considerando a prevenção do uso excessivo e da atrofia por desuso e atentando sempre para o gerenciamento adequado destes.
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Orsini, M., Freitas, M. R. de, Mello, M. P., Antonioli, R. de S., Reis, J. P. B., Nascimento, O. J. J. M., … Reis, C. H. M. (2019). Reabilitação física na Esclerose Lateral Amiotrófica. Revista Neurociências, 17(1), 30–36. https://doi.org/10.34024/rnc.2009.v17.8601
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