Abstract
A internação por longo período em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal pode comprometer os laços afetivos entre pais e filhos. Durante a assistência, percebe-se mais frequentemente a presença materna, porém os pais passam por uma ambivalência de sentimentos, sendo esse período transformador marcado principalmente por medo e esperança. O objetivo do estudo foi entender um pouco mais a pessoa paterna em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e seus sentimentos. Trata-se de um estudo do tipo bibliográfico, retrospectivo e exploratório com análise sistematizada, em que foram analisados artigos das bases de dados virtuais em saúde no período compreendido entre 2001 e 2013. Ficou evidenciado sobre esse tema, ainda pouco estudado, que, apesar de estar em crescimento o envolvimento paterno em todos os aspectos da família, suas atitudes ainda são tímidas e pouco reveladas, e as falas muito reservadas. Além disso, os profissionais de saúde bem como os pesquisadores valorizam muito o vínculo mãe-bebê e se esquecem da tríade de extrema relevância mãe-pai-bebê.Palavras-chave: Paternidade. Prematuro. Unidades de Terapia Intensiva Neonatal.
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Monteiro, F. P., Rios, M. I. M., & Shimo, A. K. K. (2015). A participação paterna em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal. Revista de Ciências Médicas, 23(3), 145. https://doi.org/10.24220/2318-0897v23n3a2825
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