Abstract
O presente ensaio examina um rasgo central e desconcertante na crítica platónica à poesia: Platäo desterra nao apenas con- teúdos e autores concretos, mas as formas poéticas próprias. Em concreto, a forma mimética. A análise demonstra que a razao central para tal desterro jaze em que o autor descobriu que a forma em quanto forma, independentemente de seus conteúdos, tem um caráter autonómico orientado por valores nao moráis, porém estéticos, que contrariam o aparato ideológico em que se fundamenta a polis Idea. Com isso, mostra-se a relevancia da análise platónica, que nao está baseada na valoraçâo da atividade poética, mas em seu desentranhamento do puramente estético na labor poética e seus efeitos sobre um programa político como o exposto pela República. PALAVRAS
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Ariza, S. (2009). Desterrando formas poéticas en la República de Platón. Revista de Estudios Sociales, (34), 13–23. https://doi.org/10.7440/res34.2009.01
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