Abstract
Resumo: O objetivo deste artigo é avaliar a relação entre: 1. a Política de Responsabilidade Educacional, 2. a Política de Avaliação definida pela Rede Estadual de Pernambuco e 3. o processo de implementação do Programa de educação Integral (PEI) nas Escolas de Referência em Ensino Médio (EREMs) e nas Escolas Técnicas Estaduais (ETEs). Com base na análise documental e na análise de conteúdo, trata-se de uma pesquisa de cunho qualitativo cujos instrumentos de coleta de dados foram entrevistas com gestores, docentes, discentes e técnicos e também questionários aplicados com discentes. O referencial teórico amparou-se em Freitas (2012), Ravitch (2011), Algebaile (2009) e outros. Os resultados apontam que no processo de implementação do PEI, a avaliação por resultados está relacionada com estratégias de comando-e-controle que ampliam e intensificam a jornada escolar de docentes e discentes, como um laboratório neoliberal e gerencialista na educação. A partir desse percurso de pesquisa, conclui-se que estratégias como o aumento dos anos de estudo e da jornada escolar camuflam problemáticas como a crise do desemprego estrutural e a diminuição dos investimentos previstos nas políticas sociais como um todo. Palavras-chave: Avaliação. Currículo. Educação Integral. Abstract: This paper aimed at evaluating the results of the relationship between 1. The Educational Responsibility Policy; 2. The Evaluation Policy defined by the Pernambuco State Education System; and 3. The process of implementation of the Integral Education Program (PEI, Brazilian Portuguese abbreviation) in High School Reference Institutions (EREMs, Brazilian Portuguese abbreviation) and in the State Technical Schools (ETEs, Brazilian Portuguese abbreviation). Based on document and content analyses, a qualitative study was carried out whose data collection instruments were interviews with
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Silva, K. N. P., & Silva, J. A. A. (2016). Política de Avaliação e Programa de Educação Integral no Ensino Médio da Rede Estadual de Pernambuco: os limites da centralidade da avaliação nas políticas educacionais. Praxis Educativa, 11(3), 736–756. https://doi.org/10.5212/praxeduc.v.11i3.0012
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