Abstract
O presente artigo propõe discutir o acontecimento na fotografia analógica contemporânea, a partir da noção de abstração em Vilém Flusser e de uma análise das memórias vinculadas ao modo de funcionamento dos aparatos fotográficos. Os conceitos nos servem para olharmos como as obras dos fotógrafos brasileiros Claudia Andujar, Eustáquio Neves e Alice Miceli atuam como arquivos instáveis, latentes, construídos como um gesto de abstração e fabulação do real.
Cite
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Lissa, B., Vaz, M., Falci, C., & Fernandes, B. E. (2023). invisível como memória visível. PÓS: Revista Do Programa de Pós-Graduação Em Artes Da EBA/UFMG, 13(28), 230–248. https://doi.org/10.35699/2238-2046.2023.44839
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