Abstract
Este artigo visa investigar o uso do corpo como interface de comando na relação entre interatividade e imersão em jogos narrativos de videogame. A princípio o fato de o sistema exigir a participação do jogador chamaria a atenção para a artificialidade da ação, quebrando, assim, o transe imersivo. Uma forma de permitir a coexistência entre interatividade e imersão na mesma obra é utilizar o corpo do jogador como interface de comando. Por outro lado, pretende-se mostrar que mesmo consoles que não utilizam movimentos isomórficos podem criar ambientes imersivos, pois a imersão e o sentimento de posse do corpo virtual dependem, dentre outros elementos, da transparência da interface de comando, assim como de estímulos audiovisuais.
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Audi, G. (2014). Uso do corpo como interface: reconciliação entre imersão e interatividade em jogos de videogame. Rumores, 8(16), 236. https://doi.org/10.11606/issn.1982-677x.rum.2014.89648
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