Abstract
As deficiências atingem mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo, e dentre elas, cerca de 20% possuem dificuldades funcionais. Ao focarmos na hanseníase, dos casos diagnosticados no mundo, no último ano útil sem pandemia, 2019, 5,3% (10.816/202.256) iniciaram o tratamento com poliquimioterapia (PQT) já apresentando algum tipo de deficiência física visíveis nos olhos, mãos e ou pés (Grau 2). No Brasil, no mesmo ano, este percentual foi de 11,16%, ou seja, em 3.110 das 27.864 pessoas diagnosticadas. Se pensarmos que a hanseníase pode causar deficiências físicas e incapacidades antes, durante e após o tratamento, estima-se que 3 a 4 milhões de pessoas no mundo vivam com deficiências físicas visíveis causadas pelas complicações da hanseníase.
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Nardi, S. M. T. (2021). Deficiências físicas e incapacidades na hanseníase e os desafios da reabilitação. Hansenologia Internationalis: Hanseníase e Outras Doenças Infecciosas, 46, 1–6. https://doi.org/10.47878/hi.2021.v46.37343
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