Abstract
O atual contexto gerado pela pandemia de COVID-19 e a proliferação de desinformação em relação à ciência destaca a importância de compreender a alfabetização científica entre os educadores, em especial em países de renda média e baixa renda. Assim, este trabalho propõe avaliar o conhecimento sobre o cérebro e a prevalência de neuromitos entre Professores em Formação e Professores em Exercício de Brasília. Para tanto os participantes foram convidados a responderem um questionário online contendo 32 afirmações sendo que 16 delas foram elaboradas para avaliar o conhecimento dos professores sobre o cérebro e as 16 afirmações restantes são neuromitos. A pontuação média de conhecimento do cérebro foi 60,3% e a pontuação média dos neuromitos foi 37,5%. Os resultados permitem concluir que ainda persiste uma falha no conhecimento relacionado a neurociência entre educadores. As consequências desta interpretação equivocada ou deturpada podem impedir os educadores do aproveitamento dos conceitos neurocientíficos.
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MENEZES, J. P. C. de. (2022). NEUROCIÊNCIA E FORMAÇÃO DOCENTE: PREVALÊNCIA DE MITOS EM LICENCIANDOS E PROFESSORES NO ENSINO DE CIÊNCIAS. UM ESTUDO DE CASO NO DISTRITO FEDERAL. Formação Docente – Revista Brasileira de Pesquisa Sobre Formação de Professores, 14(30), 181–195. https://doi.org/10.31639/rbpfp.v14i30.561
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