Abstract
Costa, Garganta, Fonseca e Botelho (1) apresentam um estudo sobre inteligência geral e conhecimento específico do jogo de futebol e nível de perícia. Este estudo tem o mérito de estimu- lar o estudo da cognição na acção, bem como de clarificar o papel das horas de prática de futebol no desempenho numa tarefa de inteligência geral. Todavia não respondem às questões fundamentais do seu estudo que são: (i) Qual a relação teórica entre inteligência geral, conhecimento específico do jogo e nível de perícia desportiva? (ii) Será a acção táctica determina- da cognitivamente? Estas questões serão discutidas com base no estado actual da investigação internacional. Além disso são apresentadas possibilidades de resposta e de linhas de trabalho assentes na Teoria dos Sistemas Dinâmicos, em que é a partir de uma multiplicidade de factores para além dos cognitivos que emerge o desempenho habilidoso no desporto.
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Araújo, D. (2003). A auto-organização da acção táctica: Comentário a Costa, Garganta, Fonseca e Botelho (2002). Revista Portuguesa de Ciências Do Desporto, 2003(3), 87–93. https://doi.org/10.5628/rpcd.03.03.87
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