Abstract
Baseado no pressuposto de que o turismo é uma rota natural e fácil, a evolução do setor no país, desde os anos 90, tem se pautado por uma estratégia de forte expansão espacial da infra- estrutura. Partindo-se de uma análise do baixo desempenho dessa estratégia, demonstra-se o equívoco desse pressuposto. A conclusão é de que o turismo não tem nada de natural ou fácil. Ao contrário é uma rota bastante complexa, que não pode se desenvolver sem boas estruturas de governança. Face a essa constatação, o artigo apresenta as linhas mestras da Nova Economia Institucional e, com base na mesma, analisa os complexos sistemas de governança das cadeias produtivas do setor. Posteriormente, de posse desse novo referencial, estuda-se a singular estrutura de governança do caso de Praia do Forte, na Bahia, um dos raros casos de desenvolvimento turístico sustentável no país.
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Alban, M. (2008). A insustentabilidade do turismo no Brasil e o sucesso de Praia do Forte: uma análise exploratória com base na nova economia institucional. Revista Turismo Em Análise, 19(1), 3. https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v19i1p3-24
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