Abstract
Se a música clássica tradicional já costuma oferecer assunto e diversão para poucos, a chamada música erudita contemporânea sofre discriminação ainda maior. Outras manifestações artísticas do nosso tempo, como os quadros de Picasso ou os do norte-americano Jackson Pollock, valem hoje centenas de milhões de dólares, e não seria difícil topar com a poesia de T. S. Eliot, por exemplo, no Fantástico. No campo da música, porém, a produção erudita do século XX vem causando desconforto pelo menos desde a Sagração da primavera, de Igor Stravínski.
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Bessa, V. de A. (2010). O resto é ruído: escutando o século XX. Revista de História, 0(162), 383. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.v0i162p383-390
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