Abstract
Objetivo:traçar o perfil epidemiológico de cardiopatas que contraíram COVID-19 no primeiro ano pandêmico. Método:estudo observacional, do tipo coorte retrospectiva. Foram incluídos cardiopatas com resultado de PCR positivo, de março a dezembro de 2020. Excluíram-se os registros com dados incompletos para as variáveis analisadas. Na análise bivariada, foram calculadas as razões de prevalência (com IC 95%) como medida de associação entre a variável dependente (cardiopatia) e as variáveis independentes (idade, sexo, escolaridade e zona de residência) empregando-se o teste do χ2de Mantel Haenszel. Resultados:identificou-se associação com significância estatística em relação às variáveis faixa etária, sexo e escolaridade. O maior risco de ocorrer desfecho desfavorável, foi para a faixa etária acima de 70 anos (59,97%), seguido do intervalo de idade de 60 a 69 anos (38,31%), sexo masculino (45,28%) e escolaridade para o nível superior. Conclusão:evidenciou-se que os cardiopatas requerem maiores cuidados após o diagnóstico da doença, especialmente pelo fato deste grupo apresentar um maior índice de mortalidade.
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Nesello, K., Daufembach da Costa, J. V., Moraes Silva, L. C., Ianhes D’Moura, M. M., Souza Sacramento, M., Vivi-Oliveira, V. K., … Fedozzi Valarini, N. M. (2022). Perfil epidemiológico, risco de agravamento e óbito por COVID-19 em cardiopatas no Brasil. Journal Health NPEPS, 7(1), e6250. https://doi.org/10.30681/252610106250
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