Abstract
Mulheres travestis e transexuais brasileiras sofrem o desamparo no meio familiar, acadêmico, laboral e social desde o momento em que assumem sua identidade transgênera. Para melhorar essa realidade, cabe olharmos através do viés social dos Recursos Humanos e estudar a inclusão dessas mulheres no mercado formal de trabalho, em contrapartida às estatísticas que reduzem esse contingente populacional à prostituição ou a empregos informais. Por meio de depoimentos colhidos com mulheres transgêneras, este artigo objetiva expor a empregabilidade atual das travestis e transexuais no Brasil e propor uma nova perspectiva para que as organizações se tornem ambientes inclusivos e diversificados, combatendo o preconceito e a discriminação que esse grupo enfrenta, pois os resultados mostram a falta de políticas e práticas de recursos humanos para que o ambiente de trabalho torne-se mais aberto e inclusivo para essas profissionais.
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Licciardi, N., Waitmann, G., & Oliveira, M. H. M. de. (2015). A discriminação de mulheres travestis e transexuais no mercado de trabalho. Revista Científica Hermes - FIPEN, 14, 201–218. https://doi.org/10.21710/rch.v14i0.210
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