Abstract
A esclerose múltipla (EM) é a mais comum das doenças neurológicas desmielinizantes do sistema nervoso central (SNC), de origem auto-imune e sem cura. É tratada com drogas imunossupressoras e imunomoduladoras, que interferem na evolução da doença. Na há dietoterapia específica, tampouco dados estatísticos sobre a prevalência do estado nutricional ou padrões alimentares desses pacientes, mas apenas condutas nutricionais baseadas nas recomendações vigentes e adaptadas às necessidades individuais. Esta revisão de literatura apresenta pesquisas que discutem o papel desempenhado pelos nutrientes específicos (vitaminas A, C, D, E, B12, ácidos graxos: ômega-3 e ômega-6 e zinco) sobre a etiologia ou os sintomas da doença
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Grisante, A. I., & Stanich, P. (2008). Esclerose múltipla: aspectos nutricionais e o papel dos nutrientes específicos. ConScientiae Saúde, 5(1), 67–74. https://doi.org/10.5585/conssaude.v5i1.432
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