Abstract
Estratégias passivas de projeto reduzem signi- cativamente o uso de ar condicionado e me- lhoram o conforto térmico dos usuários. Isto pode ser ilustrado através dos hospitais da Rede Sarah Kubitschek projetados pelo arqui- teto João Filgueiras Lima, Lelé, cujas soluções além de propiciarem ambientes mais agradáveis e salubres, evitam o uso de sistemas mecâni- cos de resfriamento, reduzindo o consumo de energia elétrica. Deste modo, o presente artigo tem como objetivo avaliar o conforto térmico dos hospitais Sarah de Salvador e do Rio de Janei- ro, através de medições in loco da temperatura do ar, umidade relativa do ar e velocidade do ar. A análise dos resultados foi baseada em lei- turas de projeto, na norma ASHRAE Standard 55/2004 e em parâmetros adquiridos na literatu- ra especializada. Os resultados demonstram a preocupação de Lelé na incorporação de aspec- tos bioclimáticos nos projetos. No Sarah - Sal- vador, alguns ambientes permaneceram fora da zona de conforto no período do meio dia, devido ao ganho de calor pela cobertura. No entanto, o uso da ventilação natural, auxilia no efeito de resfriamento, melhorando o conforto térmico nos espaços internos. Já no Sarah – Rio, todos os ambientes permanecem dentro da zona de conforto proposta pela ASHRAE 55.
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Azoia Lukianchuki, M., & Caram, R. (2014). A evolução das estratégias de iluminação natural na obra de João Filgueiras Lima, Lelé: hospitais Sarah de Salvador e do Rio de Janeiro. In XV Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (Vol. 1, pp. 774–783). Marketing Aumentado. https://doi.org/10.17012/entac2014.456
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